18 de ago de 2011

Primeiros cuidados com a vacinação do seu cão


Ao comprar o seu cão, é ideal que o leve ao Médico Veterinário para que se faça uma avaliação geral da sua saúde. Antes de aplicar as vacinas é necessário ter cuidado para que o seu cão não fique em contato com cães com a saúde comprometida. Lembrando que inclusive na clínica veterinária esse cuidado deve existir – mantenha-o no colo e distante dos outros cães.
VACINAÇÃO DE CÃES
60 dias de idadeVacina Octupla – 1ª dose
90 dias de idadeVacina Octupla – 2ª dose
120 dias de idadeVacina Octupla – 3ª dose
1 semana após a 3ª aplicação da OctuplaVacina Anti- Rábica
OBS: A cada ano deve-se fazer o reforço das vacinas Octopla e Anti-rábica.
Ao vacinar o seu cão algumas doenças serão evitadas, como por exemplo:
CINOMOSE: Enfermidade infectocontagiosa aguda, sub-aguda ou crônica; febril, particular da família canina entre os animais domésticos. Somente o cão. Sua transmissão se dá por vias respiratórias e digestivas. Na fase aguda o vírus é eliminado intensamente e em abundância pela secreção ocular, urina e fezes.
Manifestação:
  • 1º. fase – digestiva: em que o animal apresenta vômitos, diarréia, mucosa sanguinolenta, anorexia, temperatura acima de 40ºC.
  • 2º. fase – respiratória: Broncopneumonia intensa, secreções mucosas e senomucosas, que depois passam para purulentas, geralmente por infecções secundárias.
  • 3º. fase – nervosa: Nesta fase aparecem alterações mioclonais ( tic nervoso ), podendo encontrar as três fases ou apenas uma delas. A mais perigosa é a nervosa. Toda vez que suspeitar de cinomose ou leptospirose, a temperatura deverá estar acima de 40 ºC.
HEPATITE: Enfermidade infectocontagiosa aguda, causada por vírus resistente ao éter, álcool, clorofórmio e sensível ao formol e calor. Período de encubação: 4 a 9 dias.
Manifestação:
  • Animais jovens: morte súbita sem nenhum sinal clínico.
  • Primeiro sinal: hipertemia passageira de 24 a 48 horas, temperatura de 40º a 40,5º, caindo logo após; apresenta sede intensa, anorexia, congestão das amígdalas, congestão das mucosas e da faringe, congestão conjuntival (pálpebras vermelhas), congestão da conjutiva nasal e bucal, fotofobia, hemorragias bucais, esquimoses na pele ( pinta ou pontos vermelhos). Principalmente na frente (abdômen) e faces internas da coxa e mucosa peniana, dispinéia (dificuldade respiratória) por edema pulmonar (pulmão cheio de líquidos), animais adotam posição de sentar, para aliviar a pressão.
LEPTOSPIROSE: Doença infecciosa grave que atinge os homens e os animais, sendo causada por uma bactéria a Leptospira sp presente na urina dos ratos e camundongos. A contaminação se da quando o animal, ou o indivíduo entra em contato com água ou lama que contenha a Leptospira. Esta penetra no organismo através de ferimentos na pele ou mesmo na pele integra quando num contato mais prolongado e também pelas mucosas (boca – nariz – olhos – órgãos genitais ).
Manifestação:
  • Vômitos e diarréia as vezes com sangue, urina com sangue, icterícia.
PARAINFLUENZA: Tosse persistente, e as vezes associado a pneumonia. Esta doença é chamada tosse de canis.
PARVOVIROSE: Doença de cães seria e altamente contagiosa, e a infecção se dá pelo Parvovirus Canino que tem um curto período de incubação.
Manifestação:
  • Os sintomas mais comuns são de morte súbita quando tivermos o modo cardíaco, com depressão e disfunções respiratórias. Vômitos, diarréias e desidratações são os sintomas do modo gastroentestinal que tem como sinal principal fezes sanguinolentas.
CORONAVIROSE: Doença viral, com um quadro semelhante à Parvovirose.
RAIVA: Doença infecto contagiosa aguda e fatal, caracterizada por sinais nervosos, apresentados por agressividade e por semi-paralisia ou paralisia. Tempo de encubação: pode aparecer de 10 a 90 dias.
Por que seu cão deve ser vacinado por um médico veterinário?
Porque somente o médico veterinário está capacitado para:
  1. Planejar o programa de vacinação adequado a cada cão;
  2. Realizar um exame clínico completo antes da vacinação;
  3. Não vacinar cães doentes ou debilitados;
  4. Recomendar, quando necessário, um programa de vermifugação adequado;
  5. Utilizar vacinas de boa qualidade e boa procedência, conservadas de modo correto;
  6. Não prescrever ou utilizar medicamentos que possam interferir na vacinação;
  7. Utilizar seringas e agulhas estéreis e boas técnicas de assepsia, evitando contaminações;
  8. Conhecer as vias corretas de aplicação;
  9. Emitir atestados de vacinação com valor legal para viagens ao exterior ou se o gato morder pessoas ou outros animais;
  10. Garantir o bom resultado da vacinação.

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